quinta-feira, 17 de julho de 2008

sbgames2008

Uma coisa importante pra todos os que estudam ou são entusiastas de uma formalização no estudo dos games: O Simpósio Brasileiro de Jogos Eletrônicos e Entretenimento Digital já publicou seu call for papers. Entre as milhares de trilhas voltadas pra desenvolvimento (Arte e Design, Programação, Indústria), há uma em especial que interessa àqueles que residem nas ciências humanas: a trilha de Jogos e Cultura.



Então, o toque aqui é: precisamos fazer esse povo de computação (Segura a onda aí, Andrei) entender que pra fazer jogo, tem todo um esforço subjetivo envolvido, e que só os gênios da programação não dão conta de tudo sozinhos. Temos que trabalhar pra nos afirmar nesse mercado em desenvolvimento, e um dos bons modo de fazer isso é ir no SBGames e apresentar trabalhos. Se você estuda games ou tem um orientando que o faz (essa foi na cara demais), FORCE-O a mandar um trabalho e ir pro SBGames. Só lá a gente pode congregar esforços na área.

E assim, essa área cresce no Brasil.

(Por favor, senão vou ter que ir morar em Copenhague. *sigh*)

4 comentários:

paolo bruni disse...

opa tamos ae
apesar de concordar contigo
acho difícil saber até onde forçar as mentes num encontro não acadêmico
talvez seja a oportunidade de apresentar o novo
né mesmo?

Thiago Falcão disse...

nao entendi - como assim 'nao academico'?

paolo bruni disse...

acho que o forte da sbgames é desenvolvimento
vejo muito mais isso
do que discussões teóricas

entretanto
esse ano parece ter mudado um pouco a linha das edições anteriores

tem até corpo e games
influência do tavares
com certeza :)

Thiago Falcão disse...

oh sim, sim sim.
com certeza.
o que eu acho natural - jah que eh um espaço que foi criado pelo pessoal de computaçao.

soh que isso nao isola o 'academico' neh, exatas tb tem academia.

e parece que vai ser melhor mesmo, esse ano. ano passado foi qualis B, a ideia eh que melhore, neh?

a ideia do post era justamente conclamar os que estudam ciencias humanas a mandarem trabalho. eles abriram espaço - nao podemos reclamar, agora.